Jubepar

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Fortes, os jovens?

João, em uma de suas epístolas, chama os jovens de “fortes”.

Fortes, os jovens? Já que é a Bíblia que o diz, sou obrigado a concordar, embora os ache tão vulneráveis e veja que são os mais atacados. João estava impressionado com a coragem dos jovens, coragem para ouvir a novidade do evangelho. João tinha testemunhado, ao longo de sua vida, a força dos jovens.

De fato, quando olhamos pessoas empunhando bandeiras de transformação, são os jovens quem as empunham. Quando precisamos de emissários para missões de valor, são os jovens quem se arriscam.

Não por acaso as ideologias querem consumir os jovens, os produtos querem comprar os jovens, as drogas querem entorpecer os jovens.

A força dos jovens está na força de resistir aos convites do consumo, sejam quais forem.

A força dos jovens está na força de resistir à sedução da desesperança, tão fascinante quando as oportunidades (de realização do ideal por meio do trabalho) escasseiam.

A força dos jovens está na força de resistir, a não se impacientarem com os mais velhos, esses que, às vezes, acham que sabem tudo por- que viveram mais.

A força dos jovens está na força de resistir à moda, seja de que tipo for mesmo que desenhada para eles, como se eles fossem modelos para todos. Os jovens são fortes porque são os que mais podem fazer.

Que os jovens continuem indisponíveis para si mesmos e disponíveis para Deus. Que os jovens continuem prontos para ouvir, mesmo que as mensagens soem longas. Que os jovens continuem atentos às suas fraquezas, para que não confiem demais em si mesmos e tropecem.

Que os jovens continuem achando que deles, como das crianças e dos adolescentes, é o Reino dos Céus, mesmo que muitos (até bem intencionados como os discípulos de Jesus) tentem impedir que se aproximem ou fiquem perto de Deus.

Vivendo assim, os jovens serão, como escreve João, fortes. Todos nós precisamos de vocês.

Israel Belo de Azevedo, pastor da Igreja Batista Itacuruça – RJ

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Corta pro ENEM!

Black-College-Students-Less-Likely-To-Participate-In-Hook-Up-CultureO Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), acontecerá nos dias 8 e 9 de novembro deste ano. Queremos muito que você pense no seu futuro, se prepare pro exame e seja aprovado na faculdade. Pra isso, a gente resolveu deixar umas dicas pra você arregaçar as mangas e investir no seu preparo:

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Você dá atenção aos seus pais…

dai dos paisRodrigo, 34 anos, depois de muito tempo sem visitar o velho pai, resolveu passear com ele. Foram para um parque da cidade, sentaram-se num banco da praça. Enquanto Rodrigo lia o seu jornal, o pai observava a natureza com os olhos cansados de um homem de 81 anos. De repente, um movimento nas árvores e o pai de Rodrigo, seu orlando pergunta:

– Filho, o que é aquilo?

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Jovens alimentando uma multidão

Gosto muito de um texto da palavra de Deus que mostra o poder de Cristo e a missão da igreja agindo juntos como deve ser. Este texto se encontra em Lucas nove e trata da multiplicação dos pães para mais de cinco mil pessoas. O pequeno texto nos traz verdades incríveis:

Existia uma multidão faminta, uma necessidade. (V. 11)

Os discípulos conseguiram perceber essa necessidade, contudo, a passaram adiante, para Jesus. (V. 12)

Jesus Devolve a situação para os discípulos para testa-los, talvez, ou porque essa era a missão deles. (v. 13)

Os discípulos entendendo que eram limitados deixaram de cumprir com seu propósito.

A verdade principal que podemos perceber nesse texto é; não adianta nada ver uma necessidade e não agir.  A responsabilidade de iluminar as cidades é nossa e é intransferível, não devemos -nunca- achar que somos limitados, pois nossos poucos recursos nas mãos de Deus podem “alimentar” uma cidade inteira.

Que Deus nos abençoe e que sejamos cristãos usados pelo Senhor.

Pr. Talles Felipe

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Agosto mês da juventude, porque?

AgostoO mês de agosto tradicionalmente para os batistas é o mês da juventude.

A primeira proposta de dias específicos para serem comemorados, foi feita em 1909 por Francisco Fulgencio Soren, e aceito na Convenção anual de Recife. A proposta foi aceita e foi estipulado um calendário. A primeira data que celebrava a mocidade era o terceiro domingo de novembro.

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Amando a Juventude

É comum que fique a cargo das novas gerações introduzirem novos modelos de comportamento na sociedade. (Chamamos de geração o grupo de pessoas nascidas em determinada época, que traz um mesmo modelo de comportamento e tendências e que reproduzem este comportamento na sociedade. Nascida dentro de um contexto histórico tem características singulares, fruto da influência do processo histórico em que estão). Pensando em juventude, o Brasil chegou a um momento inédito em sua história: o momento em que se firma como importante ator mundial, o país encontra sua primeira geração de jovens globais, nascidos em um mundo hiperconectado. Seu estilo de vida acaba impactando os mais velhos e os mais jovens: enquanto os mais jovens aspiram ser como eles, os mais velhos se inspiram, ou entram em crise com os seus valores e comportamentos.

Praticamente todos os aspectos referentes à maneira como vivemos, pensamos e nos relacionamos uns com os outros estão se transformando em ritmo acelerado. Positivo ou negativo, sentimos o impacto da globalização, da revolução digital e da alteração no equilíbrio do poder econômico e político da nossa nação. Os jovens de hoje têm acesso aos mais diversos tipos de mídias, estão antenados ao que acontece no mundo, curtem bandas que nem foram lançadas no mercado fonográfico. A juventude está discutindo sustentabilidade, mercado de trabalho, empoderamento social, conjuntura política e nós precisamos responder a essas demandas à luz das Escrituras. Precisamos programar nossa agenda com tempo, formar um currículo que equilibre temas relevantes, excelentes na estética, na música, nas mídias e na profundidade nos estudos, tendo sempre as Escrituras como essência de tudo que fazemos e o contexto onde estamos in- seridos como subsídio.

E neste terceiro domingo de agosto, onde celebramos o Dia do Jovem Batista, compartilhamos com você o nosso amor pelos jovens, o carinho e compromisso com os propósitos de Deus para essa geração. Somos jovens que representam diferentes esforços de obediência a Jesus Cristo e que sentem a necessidade de se relacionar, crescer na comunhão e servir a Deus em nosso chão – Brasil – e a partir desse. Trabalhamos para que a JBB represente exatamente este propósito e se torne a expressão dos valores do Reino de Deus em tudo que fazemos. Nosso mestre é Jesus, nosso objetivo é ser igual a Ele. Jesus anunciou e viveu o Reino de Deus e desafiou-nos a fazer o mesmo. Nesse reino, Deus está no centro e dá sentido para a vida toda, e para a vida de todos os jovens. Deus ama a juventude e a gente acredita na rapaziada!

Gilciane Abreu, diretora executiva da JBB

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Jovens, façam a diferença

Eu meu ministério, quer seja a frente de uma igreja, quer seja liderando jovens e adolescentes, tenho percebido que o “mundo” espera de nós alguma coisa diferente de tudo aquilo que ele tem recebido. Esperam que nós cristãos ofereçamos palavras de consolo, vidas de santidade, respostas a perguntas aparentemente sem respostas, testemunhos de uma vida consagrada, propósito, etc.

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Se adaptar para continuar

De tempos em tempos surge uma nova geração de jovens, que com suas ações, ideias e pensa- mentos provocam profundas mudanças na sociedade. No entanto, historicamente, as nossas igrejas sempre tiveram uma grande dificuldade de acompanhar essas mudanças e por isso acabam chegando atrasadas nesse processo. Esse atraso as tem impedido de extrair coisas boas oriundas dessas evoluções sociais que produziriam uma melhora significativa no contexto de vida cristã da nossa juventude.

Não é possível resguardar a nossa juventude de maneira a não ser alcançada por essas progressões, mas é possível tentar compreendê-las e reter delas o que nelas há de bom. Pensando nisso é que eu externo aqui um extrato bem resumido do que está acontecendo no contexto dos jovens brasileiros, com a intenção de despertar em você um interesse maior em entender o que se passa na cabeça dos nossos jovens.

A juventude da década de 60 era caracterizada pelo engajamento político sacrificial, ou seja, promovia o abandono de questões individuais para se entregar inteiramente a uma causa. Nos dias de hoje os desejos individuais são compartilhados em rede promovendo uma conecti- vidade rápida entre jovens que partilham dos mesmos anseios e por causa disso acabam gerando um movimento em prol dessas vontades comuns. Chamamos esse fenômeno de “hiperconexão”, que é o principal causador de uma crença em uma capacidade de realizar, promovida por um novo tipo de pensamento coletivo, onde o jovem percebe que o fato de ele poder pensar no outro não exclui sua capacidade de pensar em si mesmo. Esse novo tipo de pensamento coletivo é responsável por promover “microrrevoluções cotidianas” que influenciam, de maneira positiva, a rotina de suas comunidades.

Diferente das décadas anteriores, onde o sonho dos jovens passou de utópico (1970) a algo possível, porém individualista, consumista e focado somente na satisfação pessoal (1980 e 1990), hoje o jovem está muito mais volta- do para a coletividade. Com isso, estamos presenciando o nascimento de uma nova geração de jovens, chamados de “jovens-pontes”, que são os responsáveis por catalisar ideias que geram ações diretas que vão de encontro aos problemas que eles mesmos percebem no cotidiano da sociedade, tanto a “Lato sensu” quanto a “Stricto sensu”.

“Ao agir como um “catalisador de ideias”, esse “jovem-ponte” influencia mais pessoas e até instituições, possibilitando um diálogo entre mundos aparentemente paralelos.” (Fonte: http://ffw. com.br/noticias/cultura-pop/ wgsn-o-comportamento-da- nova-geracao-de-jovens brasileiros/).

Podemos ver no perfil dessa nova geração alguns traços do que era feito pelo próprio Jesus, pois já no seu tempo ele fazia o trabalho de um “jovem-ponte”, ou seja, estabelecia um diálogo entre mundos paralelos com a finalidade de influenciá-los a criar uma sociedade melhor.

Com essa nova realidade se formando, temos a oportunidade de adaptarmos o trabalho com juventude de nossas igrejas com o objetivo de absorver essa geração que está saindo de um pensamento estritamente individualista para uma nova forma de pensar coletivamente. Mas para isso acontecer, precisamos ouvir com mais atenção a maneira como a nossa juventude está enxergando o mundo, mas para isso é necessário que o jovem tenha espaço para expressar suas ideias, pen- samentos e visão. O mundo está descobrindo isso e usando essa nova configuração da juventude em seu benefício e nós estamos simplesmente vendo tudo isso passar.

Permita-me o uso de uma ilustração: Existia um homem que tinha uma loja de revelação de fotos há muitos anos. Com o avanço tecnológico, as câmeras digitais dominaram rapidamente o mercado, mas esse homem simplesmente ignorou essas mudanças tentando preservar o objeto do seu negócio. Quando ele percebeu que isso não seria possível, ele tentou se adaptar a nova realidade e começou a vender em sua loja, câmeras digitais. Porém, quando isso aconteceu o uso de câmeras nos celulares já estava amplamente difundido e aí o seu negócio fechou, pois já era muito tarde para se adaptar a nova realidade do mercado.

Aprendemos com isso, que é um grande erro tentar evitar as mudanças quando elas são inevitáveis. Sendo assim, a saída é compreender essas evoluções e reter delas o que há de bom.

Sejam abençoados pela prática da Palavra.

Rodrigo Goulart,
pastor de Jovens da Primeira Igreja Batista de Piedade – RJ

 

 

 

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Autenticidade diária

“Ninguém despreze a tua mocidade; mas sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza” ( I Timóteo 4.12).

Timóteo era um pastor ainda jovem. Paulo valoriza a juventude dele, dando diretrizes capazes de transformar a inexperiência de Timóteo em um ministério eficiente: “Não deixe que ninguém o despreze por você ser jovem. Mas, para os que creem, seja um exemplo na maneira de falar, na maneira de agir, no amor, na fé e na pureza” (I Tm 4.12).

A psicologia do desenvolvi- mento ignora os preconceitos sociais através dos quais encaramos as diferentes faixas etárias: crianças têm que ser imaturas; adolescentes sempre serão rebeldes; velhice é sinônimo de coisa ultrapassada; e jovens não merecem confiança por serem aventureiros… Daí a estranheza da declaração de Paulo: “Timóteo, não caia na armadilha dos preconceitos sociais. Se você levar a sério sua vocação e sua Bíblia, ninguém vai ter motivos para desprezá-lo, só porque você ainda é jovem!”.

Quando o Senhor nos salva e nos vocaciona para viver em comunhão com Ele, nunca nos é exigida uma certidão de idade. O que nos é exigida é autenticidade diária, quanto à nossa dependência de Deus. Este é o segredo de “ser um exemplo”. Quem depende do Cristo, na entrega que é o ter fé, na comunhão que brota do amor, na pureza que resulta do reconhecimento dos próprios erros, naturalmente se torna exemplo no “falar e na maneira de agir”. Mocidade não é um bem para ser desprezado, mas para ser investido na sabedoria amorável do Senhor

Olavo Feijó

Pastor, Professor de Psicologia

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Jovens iluminando as cidades

Certa vez li uma frase de John Stott num de seus livros e desde então, carrego ela comigo, como uma missão a cumprir. Stott escreveu:

“ Se a carne estraga, a culpa não é da carne, a pergunta a ser feita é onde está o sal. Se a casa escurece, a culpa não é da casa, a pergunta a ser feita é onde está a luz. Se o mundo é mal e corrupto, a culpa não é do mundo, é isso o que acontece naturalmente quando homens e mulheres pecadores são deixados à própria sorte.” A pergunta a ser feita é: ONDE ESTÁ A IGREJA!

Experimente trocar a palavra igreja por juventude cristã e teremos uma missão para toda a vida. Iluminar tem a ver com fazer a diferença, não ser apenas mais uma lâmpada acessa iluminando no escuro, mas, a lâmpada que ilumine o escuro todo.

 Precisamos deixar de lado esse papo de frequentar a igreja apenas, para viver a diferença no mundo com John Wesley disse certa feita: “Minha Igreja é o mundo.”.

Que Deus nos abençoe e que sejamos luz nas trevas.

Pr. Talles Felipe