Jubepar

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Promova eventos ponte

Alguns têm defendido a ideia de não fazer eventos em seus ministérios. Os adeptos dessa linha acreditam que eventos não trazem edificação e que os cultos são suficientes para todos os seus propósitos ministeriais. Tal opinião, tenho como exagerada! Em verdade, isso ocorre porque muitas pessoas são desequilibradas e acabam tendenciosas a viverem, tão somente, pelo/para os eventos. Esse é o problema!

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Pequenos Grupos

Ministério com Jovens Relevante

Os Pequenos Grupos são grupos de apoio pastoral, eles servem para suprir a grande lacuna entre o líder do ministério e os muitos jovens que estão ali. Jovens também precisam de pastoreio, aconselhamento e compartilhamento diário. É ilusório para um líder pensar que conseguirá pastorear sozinho todos os seus jovens. Lembre-se: um dos temas mais corriqueiros da Bíblia é o pastoreio mútuo (Hebreus 10.24; Romanos 14.19; Hebreus 3.13; Romanos 15.14).

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Ministério de Jovens? Relevantes?

Ministério de Jovens? Relevante? Isso existe?

Ministério com jovens é um grande desafio. Isso porque jovens não são ingênuos (não engolem qualquer coisa), são questionadores e o fato de muitos já estarem envolvidos com o mercado de trabalho torna esta faixa etária mais independente e, por isso, com seu tempo sobrecarregado. Além disso, jovens estão mais preocupados com o futuro, casamento, formatura, finanças e realizações pessoais.

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Encontro de Líderes em Maringá

A diretoria da Jubepar, conselheiros e presidentes da Jubares (juventudes regionais: JUBALITO, JUBACAP, JUBACAM, JUBASUD, JUBANOPA, JUBANORPA, JUBOP e ADOBANORPA) estiveram presentes para um tempo de avaliação e planejamento das atividades de Jovens e Adolescentes Batistas do Paraná.

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O carnaval sem fantasia

Estamos entrando em tempo de carnaval. Neste período assistir televisão significa ouvir muito sobre carnaval, matérias sobre os ensaios das escolas de samba, preparativos dos carros alegóricos e fantasias estão em vários canais, nos dias que antecede este feriado tudo vira em samba.O carnaval é a maior festa popular do Brasil e não apenas isso a maior festa popular do planeta.

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Juventude conectada à Palavra

Como pode o jovem manter pura a sua conduta? Vivendo de acordo com a tua palavra. Salmos 119: 9

A cada dia que passa fica mais difícil zelarmos pela conduta de um verdadeiro cristão. Ainda mais o jovem e o adolescente que passam uma grande parte do seu tempo “antenado” e “conectado” aos meios de comunicação e rede sociais.

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As e-Bíblias

O maior best-seller de todos os tempos saiu do papel.

De janeiro a outubro, a SBB (Sociedade Bíblica do Brasil), entidade que lidera esse mercado entre o público evangélico, vendeu 27.225 “e-Bíblias”.

O recordista “Bênçãos de Deus para Você” (20.842 downloads), com 16 páginas de passagens bíblicas sobre temas como “paz” e “amor”, custa R$ 1,30.

Em cultos, é bastante comum ver pastores e fiéis deslizarem os dedos por iPhones protegidos por capinhas temáticas (“keep calm and trust God”), séculos após aquele dia no monte Sinai em que Deus teria entregado duas tábuas de pedra a Moisés com dez mandamentos rabiscados por seus próprios dedos.

Até consigo imaginar como seria narrar a saga bíblica nos tempos modernos (“@noe convidou você para a Balada do Dilúvio”, “@ApostoloPedro negou três vezes o pedido de amizade de @JC_filhodedeus_33”).

A linguagem saidinha assim, naturalmente, é cortesia da casa. Mas não está tão distante assim das novas estratégias para chegar sobretudo à ala mais jovem da igreja.

Certa vez, num templo da igreja Bola de Neve, conheci Mariana, menina de trancinhas, 15 anos no máximo, que lia no iPad de capa rosa fosforescente uma versão das Escrituras na fonte “comic sans” (cada bloco de texto numa cor diferente).

“Os livros digitais permitem a customização de algumas características, como tipo e tamanho da letra, além de ferramentas de pesquisa rápida, marcação de texto e inserção de notas pessoais. Já os aplicativos permitem uma experiência audiovisual completa, possibilitando ouvir, ver e ler a Bíblia em seu contexto temático e geográfico”, afirma Erní Seibert, secretário de Comunicação da SBB.

“No princípio era o verbo, e agora o verbo está num app”, dizia o título de uma reportagem de julho do “New York Times”.

O jornal escreveu sobre onde, quando e como os fiéis leem a Bíblia atualmente. Deu destaque para o app gratuito YouVersion, a primeira Bíblia disponível na loja da Apple, em 2008.

O aplicativo inclui mais de 600 traduções em 400 línguas, com versões que servem para públicos tão distintos quanto católicos, judeus messiânicos e ortodoxos russos.

No mês em que a matéria foi publicada, o YouVersion havia alcançado 100 milhões de downloads para computador, tablet ou celular –seu convite para o seleto clubinho de tecnologias start-up como Instagram e Dropbox. Hoje, já são 120 milhões de instalações.

A pedido do “NYT”, um empreendedor do Vale do Silício avaliou iniciativas afins.

“Certamente vai ser o canal de distribuição mais importante para quem trabalha com a criação de conteúdo para a fé cristã. Onde mais você pode ir e chegar a 100 milhões de pessoas?”

Fonte: http://religiosamente.blogfolha.uol.com.br/2013/12/09/as-e-biblias-curtir/
POR ANNAVIRGINIA

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A geração Y é hoje referência para as empresas

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Oferecer “job rotation” para convencer os jovens a ficarem em uma empresa pode não ser uma boa ideia. A saída é apostar em processos de coaching, aponta estudo.

São Paulo – Oferecer “job rotation” é um artifício muito usado por empresas que querem conquistar a Geração Y, principalmente em programas de trainee. A estratégia pode, porém, ser um tiro no pé, segundo pesquisa do instituto BR Insights.

O estudo antropológico foi realizado junto a 306 jovens e contou com análises quantitativas e qualitativas. Segundo Zuza Tupinambá, cientista social e um dos autores da pesquisa, possibilitar que o jovem passe por diversas áreas dentro da companhia em um curto período de tempo contribui para aumentar a sensação de insatisfação constante dessa geração.

Para entender o porquê desse sentimento é preciso ir a fundo. De acordo com Tupinambá, a Geração Y é hoje referência para as anteriores por dominar os aparatos tecnológicos. Tal admiração acaba por criar uma certa expectativa de que toda pessoa dentro dessa faixa etária será capaz de ter uma ideia genial e se tornar milionária — como aconteceu com Mark Zuckerberg, fundador do Facebook — ou que, pelo menos, irá trabalhar em um companhia de estrutura super inovadora.

Prova disso é que, para mais da metade dos entrevistados (56%), o Google é a empresa dos sonhos. Em segundo lugar fica a Natura, citada por 12% deles. Empatadas em terceiro lugar estão Heineken, Nike e Facebook, com 7% cada uma.

O problema é que a realidade está bem distante desses sonhos. Grande parte do mercado não se enquadra nesse tipo de empresa revolucionária. “O jovem vem com essa projeção que não bate com a real, o que já gera frustração. Para piorar, as empresas de segmentos tradicionais, na tentativa de retê-lo, começam a mudá-lo de área. A ideia é: se ele passar por tudo, não haverá monotonia”, diz Tupinambá.

Essa lógica, porém, causa outro conflito. “O jovem pensa: depois que eu passar por todas as áreas, já posso ser diretor. A cabeça dele funciona na velocidade digital e ele quer ser presidente da empresa em um ano e meio. E como isso não acontece, acaba mudando de emprego”, completa Tupinambá.

Assim, cria-se um ciclo de frustração. “O jovem acaba não parando em lugar nenhum, porque se frustra na primeira contrariedade e entende que aquilo não é pra ele. Ele fica pulando de empresa em empresa, ou até muda de carreira, porque sente que lhe falta algo”, reforça Valéria Brandini, cientista social e uma das autoras do estudo.

Mas, então, o que se deve fazer para satisfazer os anseios da Geração Y? A resposta, segundo o estudo, é investir em programas sérios de coaching e mentoring.

“O jovem precisa ter alguém para mostrá-lo que permanência é sinônimo de formação de competência. Hoje ele acha que deve apostar na mudança, que quanto mais empresas ele tiver no currículo, mas sucesso terá”, afirma Tupinambá.

“Hoje, com 22 anos o jovem já tem um MBA e muita informação, mas não tem experiência e não sabe que ela é essencial para uma pessoa se projetar no mercado de trabalho”, completa Valéria.

Segundo Tupinambá, o coaching serviria como meio de aprofundar essa informação. “É preciso apresentar um contexto de admiração, de referência. O coach tem que sair mais do que chefe”.

E os resultados da pesquisa mostram que é exatamente isso o que a Geração Y quer. Em uma escala de 1 a 5 (sendo 5 o que mais importa) ter um chefe que ensine sobre o mundo corporativo recebeu a avaliação média de 4,07 entre os respondentes. O reconhecimento do talento por parte da liderança aparece em seguida, com uma média de 3,19. Já a liberdade para trabalhar recebeu média de 2,76, avaliação parecida com a da necessidade de receber feedbacks constantes, com média de 2,67.

“Esse jovem tem que perceber que a empresa está preocupada com a formação da carreira dele, que ele vai crescer lá dentro”, diz Tupinambá. Isso também implica em delegar responsabilidade, dar espaço para ele testar as suas ideias e ver se elas são boas ou ruins. “Alguém precisa ensiná-lo a descobrir, apontar o que está errado e direcioná-lo. A Geração Y sente falta disso”.

Um indício de que o mentoring é algo desejado pela Geração Y é que, segundo a pesquisa, os jovens não têm medo das cobranças e querem que suas capacidades sejam exploradas e reconhecidas. Questionados sobre o ambiente de trabalho, 36% disseram que a pior característica que ele pode ter é a falta de investimento no colaborador. Em seguida, aparecem a falta de perspectiva para o futuro profissional (33%) e a impessoalidade e a frieza (24%). As cobranças extenuantes só foram assinaladas como o principal problema por 5% dos respondentes.

Além do coaching, de acordo  com os pesquisadores, também é uma boa alternativa deixar que os jovens participem da vida ativa da empresa. “É preciso colocá-lo (o jovem) em uma reunião importante, deixá-lo participar de brainstorms. Aquela coisa de reunião de diretoria —  com exceção em casos de informações confidenciais —  não funciona. O jovem quer trocar experiências, fazer a diferença. Isso só acontece se ele participar”, defende Tupinambá.

Outro ponto que motiva a Geração Y a trabalhar em uma companhia é a defesa de uma causa. E a causa, aqui, não precisa estar necessariamente relacionada a questões sociais ou ambientais, mas sim a qualquer objetivo claro. E não adianta ficar só no discurso. “A empresa tem que falar a real. Quanto mais transparência e mais dignidade ela tiver dentro do que ela propõe, quanto mais ela agir conforme diz, mais interessante é. Porque hoje eles (os jovens) descobrem qualquer coisa”, reforça Valéria, em referência à internet.

Segundo o estudo, o maior desejo profissional da Geração Y é trabalhar em algo que contribua efetivamente para a melhoria da comunidade. Essa foi a resposta dada por quase metade dos pesquisados (49,8%). Em seguida, aparece o desejo de ser “o melhor” naquilo que faz, com 18% das respostas.

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/onde-as-empresas-mais-erram-na-hora-de?page=1

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Como você se chama

Tenho percebido que muitas pessoas hoje frequentam a igreja semanalmente, se intitulam cristãos, mas na verdade não põem em prática os direcionamentos deixados por Cristo. Dentre estes ensinamentos eu gostaria de destacar um bem importante que é o de anunciar o evangelho. O que é necessário para você ser um propagador do evangelho? Como você pode ser um anunciador de Cristo? Martin Luther King Jr., disse certa vez num sermão:  “Tu não tens que ter um curso universitário para servir.

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